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Minha História 3

Minha História 3



Andei toda a semana empolgado com a experiência com a vizinha bêbeda, mas era a minha vez de ir ficar o fim-de-semana a casa da minha avó que vivia sozinha, e assim não podia expiar a minha vizinha. A contragosto lá fui eu no fim de jantar para casa da velha, quando lá cheguei vesti o pijama e fui ver a Dona Xepa, uma novela brasileira que era de mais, estava eu deitado no chão a olhar para a TV a preto e branco quando a minha avó passou para a cama pelo único sitio possível, por cima de mim, e até hoje guardo aquele flash nos meus olhos, ao olhar para cima vi a rata da velha, ui, eu volto com o filme atrás, a minha avó vestia uma camisa de dormir preta fina, e estava sem cuecas, e eu vi-lhe a racha com algumas preguinhas e que quase não tinha pelos e um bocado dos pelos do ninho da rata, ela deitou-se e eu fiquei petrificado, depois de respirar um pouco inventei uma desculpa e fugi para a cozinha com o meu pirilau a querer saltar do sitio. Sentei-me e esfreguei-o um pouco, ele merecia, mas havia algo que me continuava a preocupar: eu tinha de dormir na mesma cama da velha. Deitei-me na pontinha da cama e assim fiquei até ao final da novela, antes de apagar a luz a minha avó foi ao penico, levantou a camisa e sem qualquer pudor ou muito distraída, mijou mesmo viradinha para mim, e eu ali, teso outra vez a ver ainda melhor aquela cona, agora de cócoras e com as pernas escarrachadas a racha abriu-se e jorrou… e eu vim-me, mesmo quase petrificado, no fim ela pegou num paninho molhado e esfregou na racha e depois ainda limpou-se entre as pernas com uma toalhinha, e eu estava outra vez todo teso. Assim que ela se deitou virei-me de costas, mas não consegui dormir.Durante aquela noite mal dormi e a manha acabei por passa-la na cama para recuperar, depois de almoço a minha avó foi ao mato buscar lenha e eu fiquei a estudar e a pensar nas conas. O jantar foi cedo como habitualmente, e o ritual seguinte o mesmo, a velha encheu um alguidar com água que aquecia numa panela de três pernas ao lume, e preparou-se para o banho, não era preciso mandar-me ir embora da cozinha, mas como quem se tinha distraído com o livro que esfolheava deixei-me ficar, ela também pareceu nem se importar, foi tirando a roupa, apesar de velha estava enxuta, as mamas um pouco caídas mas com algum volume, e um corpo bem composto redondinho mas sem gorduras, a ultima peça que tirou foi as cuecas, para minha surpresa virou o rabo para mim e baixou as cuecas lentamente a mostrar primeiro o cu (e que olho) e depois a racha que aparecia como dois lindos folhos, o meu pirilau explodia dentro das minhas calças. No fim do banho ela vestiu a habitual camisa de dormir preta fina e foi deitar-se, a seguir fui eu lavar-me na mesma água, vesti-me meti-me na cama com ela, a tortura do tesão esperava por mim.Fui-me então deitar na pontinha da cama, a minha avó já lá estava e ria-se muito enquanto via na Televisão a Vaca da Cornélia, o programa acabou, ela foi apagar o aparelho e dar a sua mijinha, cumprindo o mesmo ritual da limpeza, o que me deixou novamente cheio de tesão. Quando ela voltou para a cama disse-me para ir para a beira dela, e eu estava todo acagaçado por estar cheio de tesão, mas não podia recusar, até porque ela era muito querida e eu gostava dela, e lá me cheguei a ela com mil cautelas, mas a velha raposa já sabia o que se passava e, despercebidamente passou a mão entre as minhas pernas, fiquei todo borradinho e não sabia onde me meter. Passado o susto ela mandou-me ter calma, disse que era natural que na minha idade eu ficasse assim, e aconselhou-me que para acabar com aquele embaraço e podermos ir dormir o melhor era eu esgalhar o pessegueiro, e ali, e já!, assim foi. Comecei a esfregar o pirilau teso aos bocadinhos, mas eu era (era!) muito desajeitado (inexperiente), ela notou logo, e ofereceu-se para me dar alguns conselhos, mas mesmo assim as coisas só pioravam, o meu pirilau estava todo teso e eu nem uma punheta conseguia bater em condições, estava desesperado e já não sabia o que fazer, valeu-me a velha que me deu uma mão. Foi directa ao asunto, com a mão dela na minha mão ensinou-me o geito para esgalhar o pessegueiro (era a expressão que ela usava) em condições, até que parou, esteve a examinar o pirilau, e constatou que eu ainda tinha os três, ainda não tinha rebentado com o pirilau, eu estava virgem, e avisou-me que ia doer, mas que eu ia gostar.
Não sei o que lhe passou pela cabeça,ela tirou a combinação que usava para dormir e mandou-me também tirar a roupa, a seguir ela mandava e eu fazia (aprendia), comecei pelas mamas apalpei e mamei, mas eu queria era sentir-lhe a racha, passei a mão, pedi para a ver melhor, ela ainda me pediu para eu lhe lamber a cona mas eu (ainda) não percebia, passei lá bem a mão abri e voltei a abrir, enfiei os dedos, e por fim montei-a, ou melhor tentei o melhor que sabia, o pirilau mal deve ter entrado na cona bem larga da minha avó, mas eu delirava e vim-me, o que parecia muito, para mim naquela altura era o fim do mundo. Finalmente o tesão passou, ela limpou-se bem, e dormimos, o meu sono era merecido.
Na manhã seguinte acordei coladinho à minha avó todo teso, aproveitei para apalpa-la e ela não tardou a acordar também, de ladinho mandou-me dar-lhe no pito por trás, para ela a cona era sampre o pito ou até o pitinho, para mim aquilo era uma puta de uma rata espectacular, uma racha do caralho, a minha primeira cona. Comecei a tentar meter-lhe por trás mas faltava-me o jeito, ela insistia muito e ficava muito tolinha e insistiu para eu dar com mais força e disse que eu estava a roçar-lhe o cu. Na altura achei aquilo nojento, mas eu morria de tesão tentei virá-la para a conseguir montar e quando o consegui era a mão dela que estava entre as pernas a acariciar o pito, montei-a e comi-lhe a cona, ou melhor tentei. No fim a milha avó tentou com cuidado rasgar-me mas não conseguiu, voltei para casa ainda virgem, e de papo cheio, já me pensava um homem, e só pensava no tempo que ainda faltava para voltar a vir passar o fim-de-semana a casa da minha avó.

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