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Aula de inglês para uma novinha

Aula de inglês para uma novinha



Dou aulas particulares de inglês. A recompensa de uma tarefa tão árdua e mal paga aconteceu um ano atrás. Recebi uma ligação de uma garota, dizendo pra que fosse a sua casa para combinarmos preço e horário de algumas aulas. Tratava-se de um apartamento perto da minha residência, embora eu não conhecesse a moradora. Quem me recebeu foi uma senhora de uns trinta e tantos anos, quase quarenta, cabelos cacheados e negros, baixa estatura e seios grandes. Seu nome era Elaine. Como sempre, me imaginei comendo aquela coroa, bem ali naquela sala, mas minha surpresa foi quando descobri que a aula seria para sua filha única, Ana Paula. Ela tinha dezoito anos e se preparava para o vestibular. Combinados horário e preço, fui pra casa cuidar de outros assuntos. As aulas seriam no sábado, duas da tarde, pois a garota estudava durante toda a semana.

Então no sábado me dirigi ao apartamento e fui recebido pela garota. Ana Paula tinha um metro e sessenta, cabelos loiros escorridos, peitudinha, magrinha e tinha um belo rosto. Vestia uma camiseta branca leve e uma saia rosa bem pequena que ia até só o começo das coxas. “Professor?”, perguntou ela com um sorriso nos lábios. Respondi que sim com a cabeça e ela se virou, andando até a sala. Reparei que seu corpo era esguio, seios bem durinhos, mas as curvas de suas nádegas estavam ali bem delineadas. Mesmo tendo uma irmã com a idade dela, não consegui evitar o pensamento de comê-la bem ali naquele momento. A Dona Elaine, a mãe, veio falar comigo e logo começamos a aula. Ana Paula apresentava um desempenho muito bom, surpreendendo-me às vezes com sua esperteza. Já eram quase quatro da tarde, o horário que a aula terminaria, quando eu disse que teria que ir embora.

E as aulas foram continuando durante os sábados. E após algumas aulas, percebi que Ana Paula ficava me olhando de uma forma diferente, mas eu continuava a aula fingindo não notar nada estranho. Certo sábado, o irmão mais novo de Ana Paula passou mal e sua mãe, Dona Elaine, teve que levar o menino ao hospital e fiquei em casa sozinho com Ana Paula dando aula de inglês. Neste momento, percebi uma certa alegria em Ana, que só fui compreender mais tarde. Continuamos a aula por mais cinco minutos quando ela me disse: “Professor Carlos, tenho algumas dúvidas mas tenho um pouco de vergonha para perguntar!”.

Eu, ainda um pouco ingênuo e não percebendo suas intenções disse: “Pode perguntar Ana, sou pago para isso, para tirar suas dúvidas!” e emendei: “Não precisa ficar com vergonha!”. Nesse dia ela estava com aquela mesma roupinha da nossa primeira aula. Só que não sei porque ela estava mais deliciosa ainda! Nesse momento ela disse algo que eu não poderia esperar: “Professor!!! Como eu digo “fuder” em inglês?”.

Afastei os olhos do livro que segurava e a encarei com um sorriso, abri a boca pra responder, mas ela emendou outra pergunta: “E como eu digo: “quer fuder comigo?””. Então ela se levantou aproximando-se de mim e já acariciando minhas coxas. Não tive dúvidas e entrei na brincadeira: “Do you wanna fuck with me?” respondi virando-me na cadeira de frente pra mocinha. “Yes, I do!”. Ela respondeu sentando de pernas abertas sobre a cama, mostrando uma calcinha rosa de renda transparente que dava pra ver toda sua bucetinha com pelinhos muito bem aparados entre as pernas. Nesse instante ela já tocava minha caceta e meu pau começava a ficar ereto. Ana Paula se abaixou e mordeu o volume que meu pau fez na calça, sorrindo pra mim.

“Estudar pro vestibular tem sido muito cansativo, professor! Porque não me ajuda a relaxar?”, disse ela acentuando o ar de menininha. Eu não acreditava no que estava vendo. Uma ninfetinha ajoelhada aos meus pés, abrindo a braguilha da minha calça e mordendo meu cacete por cima da cueca, como se fosse uma profissional. Passei a mão em seus cabelos e em seu rosto delicado. “Não posso fazer isso!”, eu disse fazendo com que ela olhasse pra mim. “Sua mãe pode chegar!”, disse novamente. Ela fez carinha de safada, muito safada aliás, e sem dizer nada me puxou dando um beijo delicioso de língua, ela ficou me olhando e eu perguntei novamente sobre sua mãe, ela toda contente respondeu que estava sozinha, livre e solta pra se realizar comigo e que sua mãe só ia chegar no final da noite, sem dizer mais nada ela me agarrou e começou a me beijar novamente.

Entrei no clima, coloquei Ana Paula de pé fazendo com que sua saia subisse e ao ver que ela estava com uma calcinha minúscula fio-dental fiquei ainda mais excitado e descontrolado. Comecei a tirar sua roupa deixando ela toda pelada ali mesmo na cama, ela começou a acariciar minhas coxas, minha barriga, meus peitos até que eu não aguentei e comecei a acariciar sua bucetinha. Ela ficou excitada e molhada e sem notar soltava pequenos gemidos de prazer, ela tirou minha camisa e abriu o zíper da calça, pegou meu pau e começou a bater uma punheta deliciosa, pois meu pau já estava duro e muito grande. Comecei a chupar seus peitos e acariciar o seu grelinho, ela foi ao delírio, gemia muito, até então eu nunca tinha experimentado algo desse tipo, eu estava ali prestes a transar com minha aluna, uma ninfetinha, cheirosa, gostosa e muito safadinha.

E ela sabia como me deixar louco com aquela cara de safadinha! “Você não quer mesmo? Seu cacete diz outra coisa, professor!”, disse ela retirando-o da calça e segurando-o com as duas mãos. “Além disso, se você não fizer, conto que tentou me agarrar a força e acabo com sua vida.”, disse ela com ar de brincadeira. Ela se inclinou, colheu uma gota que escorria do meu pau com a ponta da língua e disse: “Tem até seu esperma na minha boquinha, professor!”.

Dito isso, a vadiazinha subiu de quatro na cama e abocanhou a cabeça do meu pau, chupando-o sem jeito, enquanto acariciava as bolas. Não demorou muito pra que eu gozasse com aquela carícia sem jeito, enchendo a boca da menina com porra quente. Ela continuava chupando enquanto os jatos saíam e só parou quando não saiu mais nada do cacete. Ela fez com que um pouco escorresse de seus lábios e engoliu o resto. Se levantou e sentou-se na cadeira, procurando no caderno onde havia deixado a lição. Fiquei perplexo, encarando Ana Paula, com o pau meio mole, meio duro. Me levantei e agarrei-a pelo braço, levando-a de volta para a cama. Eu queria terminar o serviço que havia começado.

A menina sorria com cara de deboche, enfiando a mão na bucetinha, tocando a vagina bem lentamente. “Nossa, professor! Qual vai ser a nossa próxima lição?”, disse ela sorrindo. “Chama-se: você vai se arrepender de ter me atentado, sua putinha!”, respondi agarrando-a com bastante força. Seus peitinhos deliciosos estavam com os mamilos completamente enrijecidos.

Meti a boca, sugando a sua tetinha, que cabia inteiramente na minha boca. Ela gemia, arranhando meus ombros com suas unhas curtas. Consegui ver melhor sua bucetinha, quase sem cabelos, com suas dobrinhas bem apertadas. Enchi a mão na xoxotinha, esfregando meus dedos nos lábios e no grelinho, antes de enfiar dois dedinhos no buraquinho totalmente úmido da mocinha. Como era de se imaginar, a vadiazinha não era virgem e gozou enquanto eu a chupava e siriricava sua bucetinha.

Coloquei ela deitada sobre sua cama. Comecei a passar o meu pau em sua xoxotinha e percebi que ela estava doidinha de tesão! Fiquei com medo, pois alguém poderia chegar e minha carreira de professor estaria arruinada, mas logo fui me soltando pois aquilo estava muito bom! Devagarinho comecei a enfiar, ela gemia muito, pois meu pau é muito grosso e sua bucetinha era pequena e apertadinha. Após alguns minutos ela ainda gemia muito, mas não mais de dor e sim de prazer.

Tirei o meu pau da sua xoxotinha e fiz com que ela ficasse de quatro para ter uma visão mais ampla, ela ajoelhou e abriu bem as pernas, abaixei a cabeça e comecei a chupar a sua buceta, que estava suadinha e cheirosa. Ela de quatro era uma visão do paraíso! Bundinha arrebitada e empinada pra cima, bem na direção do meu pau.

Meu cacete já estava latejando de tão duro e entrou macio, apesar de a bucetinha ainda ser bem apertada. Ela gritava de dor e prazer enquanto eu a estocava com força e rapidez. Estava excitado e nervoso pelo fato daquela ninfeta ter me feito de bobo. Bati com força em suas nádegas e segurei em sua cintura para meter com mais força ainda. A bucetinha estava completamente úmida e inchada, agasalhava meu cacete com um líquido quente que dela escorria. Entre as estocadas, retirava o cacete e enfiava-o todo de uma vez, arrancando diferentes gritos da ninfetinha.

Aquilo foi maravilhoso, quanto mais eu atolava o pau naquela xaninha gostosa, mais meu tesão aumentava. Então decidi retribuir todo o tesão que estava sentindo e fui logo colocando meu pau em volta do seu cuzinho, bati minha pica na sua rodelinha e ela ficou doida, me pedindo que eu a penetrasse pelo ânus enquanto acariciava minhas bolas com as mãos. Arrumei ela melhor na cama, coloquei meu dedo em sua rodinha anal, deixei seu cuzinho todo molhadinho e larguinho e com carinho fui enfiando meu pau em seu brioco. Seu cu era bem apertadinho e, com certeza, virgem, eu bombava devagar e acariciava a sua bunda, enquanto ela gemia como uma louca e rebolava deixando seu cuzinho todo meladinho. Comi seu cuzinho em várias posições! E ela estava adorando aquela nova lição!

Eu estava tão cheio de tesão que não durei muito. Fiz com que ela se deitasse na cama e gozei pelo seu rosto, descansando o cacete em sua boca, logo no final. Ela chupou mais da cabecinha, mas fiz com que ela engolisse-o quase todo, pelo menos uma vez. Ela engasgou, mas fez de novo e de novo, endurecendo o cacete e me fazendo gozar outra vez na sua boca.

Quando terminamos, ela foi tomar um banho e eu fui embora, sem nada dizer. Encontrei com a Dona Elaine na portaria, que me perguntou quais eram minhas impressões da filha já passadas algumas aulas. Eu disse que ela tinha um grande talento com línguas em geral, pensando que nunca mais voltaria naquele apê. Surpresa minha! Logo na quarta-feira a danadinha me ligou pedindo por uma aula extra. Claro que concordei, mas disse que ela teria que vir a minha casa. E aí vocês já sabem o que aconteceu… Minha aluna era mesmo maravilhosa!

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